Paciente portador de doença renal crônica, com histórico de transplante malsucedido e necessidade contínua de tratamento por hemodiálise, vinha se submetendo ao tratamento em uma clínica particular e recebia o reembolso do plano de saúde quase integral do valor até novembro de 2023. Depois disso, a operadora passou a reduzir os valores reembolsados até zerar os pagamentos em 2024, comprometendo a continuidade de um tratamento essencial para a sua sobrevivência.
O Judiciário foi sensível à gravidade da situação e reconheceu a falha na prestação do serviço, condenando o plano de saúde a reembolsar integralmente o paciente.
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